De imortal para imortal

Por Augusto Eufrásio

“As palavras faladas voam, as escritas permanecem” verba volant, scripta manent.

Relembrando nesta data o imortal Monsenhor Tarcísio, busquei rever em meus arquivos os vínculos entre dois dos imortais patronos da Academia Ubajarense de Letras: …quinta-feira 12 de dezembro de 2013, ao rogar pela bênção ao reverendo e receber aquele afetuoso “tapinha”.

Identifiquei-me como Augusto, neto do ex-vereador “Chico Augusto” e como esquecer do seu conselho, “escreva sobre a história da sua família, pois há muito o que se contar”, após isso convidou-me para ir a sua residência para me presentear com um livro do imortal de nossa Academia: Raimundo Eufrásio (figura 01).

No entanto, ao chegar em casa e folhear o então livro, ao ler a dedicatória do livro a maior homenagem naquele dia era para o próprio Monsenhor Tarcísio, que assim recebeu do escritor Raimundo Eufrásio:

“Ofereço com muito prazer este modesto livrinho de minha autoria ao nobre e virtuoso Monsenhor Tarcísio de Melo, digno e operoso Vigário de Ubajara, minha amada terra natal, encravada nos cimos da Ibiapaba, onde o céu é mais perto e a alma humana é mais pura, pelos exemplos de grandeza Cristã do autêntico apóstolo de Cristo que tanto tem honrado à Igreja e a Deus para a felicidade de todos os Ibiapabanos e suas piedosas famílias.”

Fortaleza, 16 de fevereiro de 1993.- Raimundo Eufrásio de Oliveira

Siga o canal da Academia no WhatsApp e ative as notificações para receber novidades no seu celular.

Leia também:

ACEMES Celebra a Literatura e Anuncia Novos Encontros

ACEMES celebra a literatura e anuncia novos encontros

Por Clara Lêda A noite do dia 17 de setembro do ano em curso foi de comemoração. A Academia Cearense de Médicos Escritores reuniu-se no Ideal Clube, no espaço nomeado José Teles, in memoriam, primeiro presidente da arcádia, fundada em 13 de maio de 2015. Acadêmicos e convidados foram recebidos

Ronildo, Marcelo e convidadas da cerimônia de posse 2026

Três anos de imortalidade: legado, memória e gratidão

Por Marcelo Miranda Hoje, trago em minha fala não apenas minha gratidão por esta honra, mas também a memória de duas figuras que marcaram indelevelmente a história de nossa cidade e que, de formas muito pessoais, inspiram minha trajetória nesta Academia: Monsenhor Francisco Tarcísio de Melo e meu bisavô, o

casa do engenho velho

A casa do Engenho Velho

Por Marilene Eufrásio É um casarão de sítio, recheado de histórias do passado. Um lugar de muitos trabalhadores com muito o que se fazer e, para mim, uma criança curiosa, era um lugar cheio de encantos e ótimo para brincadeiras e estripulias. Hoje, já adulta, o casarão já não é

Fale com a gente

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *